Fungos

Fungi · também chamada reino dos fungos, reino Fungi, Fungi, fungo

Publicado em 14/10/2026 · Última alteração em 14/10/2026

Fungos são eucariotos heterotróficos que não engolem alimento: digerem o que está ao redor com enzimas liberadas para fora do corpo e absorvem o resultado, geralmente com parede celular de quitina e, em muitas espécies, crescendo como hifas123. A biologia os separa de plantas e animais porque nenhum desses traços isolado define o grupo, mas a árvore evolutiva de DNA o põe junto dos animais, nos opistocontes, e longe das plantas478. Há de leveduras unicelulares a cogumelos, num reino com cerca de 120 mil espécies de nome aceito e estimativa de 2,2 a 3,8 milhões121317.

O que é um fungo

Uma revisão de 2019 resume o reino como um grupo de eucariotos heterotróficos, isto é, que dependem de matéria orgânica pronta, caracterizados pela perda da capacidade de englobar partículas (fagotrofia) e por uma parede celular de quitina1. Muitos fungos são unicelulares; outros crescem como hifas, tubos que se alongam pela ponta e formam redes12. A hifa e o micélio têm post próprio em "corpo-fungo-rede-sao-hifas".

O ancestral comum dos fungos, porém, não era assim: a reconstrução mais citada o descreve como parasita de microalgas, com capacidade de fagotrofia, movimento amebóide e flagelar e parede de quitina em ao menos parte do ciclo16. A "definição" é, portanto, o ponto de chegada de uma linhagem que perdeu a fagotrofia, e não um traço que sempre existiu.

Como um fungo se alimenta: digerir fora, absorver dentro

Planta faz fotossíntese; animal, em geral, engole o alimento e digere por dentro. O fungo inverte a ordem: libera enzimas no ambiente, digere ali mesmo e absorve os produtos por transporte ativo, o que a literatura chama de osmotrofia3. Ao crescer, o fungo avança por um substrato sólido usando enzimas extracelulares e força mecânica2.

Esse modo de vida torna os fungos capazes de extrair nutrientes de compostos muito resistentes, como a celulose e a lignina, difíceis para outros micróbios15. É a base de papéis ecológicos que aparecem nos posts sobre a podridão da madeira, a digestão de fibra sem oxigênio no intestino de herbívoros e a lignina.

Leveduras, bolores e cogumelos: formas diferentes do mesmo reino

A organização celular varia de organismos unicelulares a filamentos complexos que podem formar estruturas macroscópicas12. As leveduras são fungos unicelulares, os bolores crescem em filamentos e produzem esporos em grande número, como no gênero Penicillium13, e os cogumelos são corpos de frutificação, estruturas que produzem e espalham esporos, como o de Amanita muscaria13.

Uma revisão de 2019 define nove clados de nível de filo, de Chytridiomycota a Ascomycota e Basidiomycota11. São nomes que valem como ponto de partida, e não como a lista final: a taxonomia do grupo só agora começa a se assentar com a genômica11. Sobre a escala: há cerca de 120 mil espécies com nome aceito, e a estimativa total é de 2,2 a 3,8 milhões17, tema do post sobre quantas espécies de fungos existem.

Onde o reino fica na árvore da vida: mais perto de nós que das plantas

A hipótese mais aceita agrupa animais e fungos nos opistocontes (Opisthokonta)7. Os opistocontes têm dois ramos: os Holozoa, com os animais, e os Holomycota, com os fungos e dois grupos de protistas (Fonticula e Nuclearia)8. Além das árvores de sequências, um dado independente sustenta o agrupamento: uma inserção de 12 resíduos no gene EF-1 alfa, presente em animais e fungos e ausente nos demais eucariotos amostrados, segundo uma revisão de 200410.

Essa mesma revisão registra que alguns genes dão sinal conflitante, agrupando animais com plantas e deixando os fungos de fora, e que não estava resolvido qual dos sinais era artefato9. É o estado do debate naquela data; as revisões mais recentes, aqui citadas, tratam os opistocontes como o quadro de referência8. É por essa árvore que a biologia diz que fungos estão mais perto dos animais do que das plantas.

A razão de a classificação antiga os pôr junto às plantas era, em parte, o modo de vida: no esquema de cinco reinos, o critério era o nível trófico, com plantas como produtoras, animais como consumidoras e fungos como decompositores19.

O que não define um fungo

Nenhum traço isolado é exclusivo do reino. Crescimento filamentoso, parede robusta, perda da fagotrofia e alimentação por absorção aparecem juntos em outras partes da árvore4, e as análises moleculares e celulares enfraqueceram todas as tentativas de achar um traço derivado compartilhado que defina os fungos18. A parede de quitina, em particular, está em vários grupos de eucariotos e deve ser mais antiga que a diversificação dos fungos5; e fungos como o Pneumocystis perderam a síntese de quitina5.

A consequência prática é que parecer fungo não basta para ser fungo. Oomicetos e hifoquitridiomicetos foram classificados como fungos e depois mostrados membros dos estramenópilas6; o caso mais famoso é o do agente da batata irlandesa, tratado no post sobre Phytophthora.

  • Fungos são plantas sem clorofila. A árvore de DNA agrupa fungos com animais nos opistocontes, e o fungo se alimenta por absorção, não por fotossíntese73. A ideia de que ficam com as plantas vem de um esquema antigo de cinco reinos baseado no nível trófico19.
  • Todo organismo com parede de quitina é um fungo. A quitina aparece em vários grupos de eucariotos fora dos fungos, e há fungos que a perderam55.
  • O que cresce como fungo e causa doença de planta é sempre um fungo. Oomicetos eram classificados como fungos e hoje pertencem aos estramenópilas6.

Papéis ecológicos em visão geral

Os fungos são os principais decompositores da matéria vegetal morta e causam grande parte das doenças de plantas14. Em sentido oposto, associações micorrízicas, simbioses entre fungos e raízes que ajudam a planta a obter nutrientes e água, existem em cerca de 90% das espécies de plantas, no caso das endomicorrizas14. Os endófitos vivem dentro de tecidos vegetais sem causar dano14.

Cada um desses papéis (micorriza, decomposição, patógenos de plantas, de animais e de pessoas, fungos usados na alimentação e na medicina) tem seu próprio conjunto de posts na trilha abaixo. Esta página não repete o que eles explicam.

Onde fica a fronteira do reino

Os próprios autores da revisão de 2017 escrevem que a fronteira dos fungos pode estar "onde quer que" ela caia, porque novos grupos de protistas próximos têm sido descobertos18. O tratamento de Rozella, ramo basal frequentemente classificado como fungo, é hoje debatido20. E fósseis muito antigos, como Prototaxites, mostram que reconhecer um fungo no registro geológico nem sempre é possível; veja os posts da trilha.

  • Qual característica define o reino Fungi? Nenhuma característica celular ou genômica conhecida é exclusiva do grupo; os autores da revisão de 2017 afirmam que as tentativas de achá-la foram em geral enfraquecidas18.
  • Rozella é um fungo? Durante muito tempo foi tratada como o primeiro ramo dos fungos; essa classificação é hoje debatida20.

Perguntas frequentes

Fungo é planta ou animal?

Nenhum dos dois. Forma um reino à parte e, pela árvore evolutiva de DNA, está agrupado com os animais nos opistocontes7.

Como um fungo come?

Digere fora do corpo, com enzimas liberadas no ambiente, e absorve os produtos32.

Quantas espécies de fungos existem?

Há cerca de 120 mil espécies com nome aceito; a estimativa total, de uma revisão de 2017, é de 2,2 a 3,8 milhões17.

Trilha de estudo

  1. Uma revisão de 2017 estima 2,2 a 3,8 milhões de espécies de fungos; só cerca de 120 mil têm nome aceito — A escala do reino: poucas espécies têm nome.
  2. Ourasphaira, de cerca de 1 bilhão de anos, é lida como fungo; há candidatos mais antigos, ainda mais incertos — Quando surgiram os fungos e como se reconhece um no fóssil.
  3. Prototaxites: o 'tronco' de até 8 m do Devoniano pode não ter sido um fungo, sugere estudo de 2026 — Um caso em que reconhecer um fungo no registro fóssil deu errado.
  4. O "fungo" da batata irlandesa é um oomiceto; DNA de herbário revelou a linhagem de 1845, depois substituída — Um "fungo" que não é fungo: o oomiceto da batata.
  5. Dois Nobel, em 2001 e 2016, nasceram de mutantes de levedura: genes do ciclo celular e da autofagia — A proximidade com os animais na prática: o que a levedura ensinou sobre nossas células.
  6. Fungos sem oxigênio que digerem fibra vegetal no intestino de herbívoros, de vacas a tartarugas terrestres — A digestão por absorção levada ao extremo, sem oxigênio.
  7. Podridão branca e marrom: genomas de 2014 sugerem um contínuo, e não duas categorias, na madeira — Como os fungos digerem a madeira.
  8. Genomas datam em ~295 milhões de anos a digestão da lignina por fungos; o elo com o fim do carvão é contestado — A lignina e a história da decomposição.
  9. Arbúsculos de cerca de 407 milhões de anos no Rhynie chert estão entre as evidências mais antigas de micorriza — A aliança com as plantas é antiga.
  10. Plantas que vivem de fungos: entre a fotossíntese e a dependência total há um gradiente, só em parte medido — O avesso da micorriza: plantas que dependem do fungo.
  11. Endófitos: fungos que vivem em folhas sem causar doença; em mudas de cacau, reduziram o dano de um patógeno — Fungos dentro de plantas sem causar doença.
  12. A gota de Buller catapulta o esporo: a tensão superficial gera aceleração acima de 10 mil g — Como um cogumelo lança esporos.
  13. A lista da OMS de 2022 põe 19 fungos em três níveis; antifúngicos e diagnósticos são poucos — Fungos que adoecem pessoas e a dificuldade de tratá-los.
  14. Akira Endo achou a primeira estatina num Penicillium, depois de testar milhares de caldos de fungos — O que se extrai de fungos: a primeira estatina.

Relacionados

Evidências

  • Consenso científico: Fungos são eucariotos heterotróficos, caracterizados pela ausência de fagotrofia e pela presença de parede celular de quitina. [2] Abstract
    Contexto: Descrição geral do reino em uma revisão de 2019; a seção de equívocos mostra que nenhum desses traços é exclusivo. · Limitações: A parede de quitina não é exclusiva dos fungos nem universal neles (a5). · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: Os fungos crescem por substratos sólidos usando enzimas extracelulares e força mecânica para explorar os recursos ao redor. [2] Introduction
    Contexto: Descreve o modo de crescimento 'em geral', não de todos os fungos (leveduras, por exemplo, são unicelulares). · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: O modo de alimentação típico dos fungos é a osmotrofia: digestão externa de compostos complexos, acoplada ao transporte ativo dos produtos para dentro da célula. [1] seção sobre a evolução dos fenótipos fúngicos
    Contexto: No texto de origem, a frase descreve uma das mudanças evolutivas na origem dos fungos; osmotrofia é o termo para a alimentação resultante. · Limitações: Osmotrofia também ocorre fora dos fungos (a4). · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: Crescimento filamentoso, parede celular robusta, perda da fagotrofia e alimentação osmotrófica compõem o estilo de vida fúngico, mas nenhum desses traços é diagnóstico do reino, porque aparecem juntos em outros ramos da árvore da vida. [1] seção sobre o sucesso ecológico dos fungos
    Contexto: Revisão de Richards, Leonard e Wideman (2017). · Limitações: É posição dos autores com base em dados disponíveis em 2017. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: A capacidade de depositar quitina na superfície celular existe em vários grupos de eucariotos fora dos fungos, e a via de síntese de quitina foi perdida em alguns grupos de fungos, como Pneumocystis. [1] seção sobre a parede celular
    Contexto: Os autores citam, por exemplo, Entamoeba, Trichomonas e diatomáceas. · Limitações: Em alguns casos, como a alga Chlorella, a presença da via de quitina pode ter vindo por transferência horizontal de genes, segundo a mesma fonte. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: Oomicetos e hifoquitridiomicetos foram classificados como fungos; análises posteriores os mostraram membros dos estramenópilas. [1] seção sobre a parede celular
    Contexto: Reclassificação baseada em filogenia molecular. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: É amplamente aceita a hipótese de que animais são mais próximos dos fungos do que de outros grupos, e os dois formam os opistocontes (Opisthokonta). [4] Abstract
    Contexto: Afirmação de uma revisão de 2004; a revisão de 2017 (f1) adota a divisão dos opistocontes em Holozoa e Holomycota. · Limitações: A mesma revisão aponta sinais conflitantes em alguns genes (a9). · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: Os opistocontes têm dois ramos principais: os Holozoa, que incluem os animais, e os Holomycota, que incluem os fungos, Fonticula e Nuclearia. [1] seção sobre protistas aparentados aos fungos
    Contexto: Resultado de análises filogenéticas de vários genes, segundo a revisão. · Limitações: A fronteira exata dos fungos dentro dos Holomycota segue debatida (a20). · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Em debate: Em 2004, uma revisão registrou que alguns genes dão sinal que agrupa sequências de animais e de plantas verdes, excluindo os fungos, e que não estava claro qual sinal era artefato. [4] Abstract
    Contexto: Estado do debate em 2004, antes de análises genômicas amplas. · Limitações: É um registro histórico; revisões posteriores tratam os opistocontes como quadro de referência. Não use para sugerir que fungos sejam mais próximos de plantas. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: Animais e fungos compartilham uma inserção no gene EF-1 alfa que está ausente nos demais eucariotos amostrados; ela é uma linha de evidência independente das árvores de sequência a favor dos opistocontes. [4] seção Alternative Data for Testing Sequence-based Trees
    Contexto: Dados disponíveis em 2004. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: Uma revisão de 2019 define nove clados de nível de filo entre os fungos, e diz que a taxonomia do grupo só agora começa a se assentar com a genômica. [3] Abstract
    Contexto: A contagem (nove) é desta revisão; outras propostas contam diferente. · Limitações: Na própria revisão, a posição de alguns grupos é incerta (Opisthosporidia, p. ex.). · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: A organização celular dos fungos vai de organismos unicelulares a filamentos sinciciais complexos que podem formar estruturas macroscópicas; parte do sucesso do grupo está na capacidade de crescer indefinidamente como hifa. [3] Abstract
    Contexto: Descrição geral do reino. · Limitações: O "sucesso evolutivo" é interpretação dos autores. A anatomia da hifa é tratada no post "corpo-fungo-rede-sao-hifas". · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: Penicillium é um gênero cosmopolita de bolores, que se propagam sobretudo por muitos esporos assexuais (conídios); Amanita muscaria forma corpos de frutificação (cogumelos) e é venenosa. [3] legenda da Fig. 8
    Contexto: Exemplos de bolor e de cogumelo, nas legendas de figuras da revisão. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: O reino fúngico é responsável por grande parte das doenças de plantas e é o principal decompositor da matéria vegetal morta. Associações endomicorrízicas existem em cerca de 90% das espécies de plantas (valor aproximado), e endófitos são fungos que vivem em tecidos vegetais sem causar dano. [2] seção sobre fungos e plantas
    Contexto: Visão geral, sem números. · Limitações: O percentual de 90% vem de estudos citados pela revisão, não abertos aqui. · Conferida em parte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: Os fungos têm um conjunto de enzimas secretadas que permite extrair nutrientes de compostos muito polimerizados e hidrofóbicos, como a celulose e a lignina, o que é difícil para outros micróbios. [2] Introduction
    Contexto: Descrição geral; a lignina é digerida por grupos específicos de fungos, tratados em posts próprios. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Interpretação: O ancestral dos fungos foi provavelmente um parasitoide de microalgas, com capacidade de fagotrofia e movimento amebóide e flagelar, o que significa que a fagotrofia foi perdida na linhagem. [2] seção sobre a origem dos fungos
    Contexto: Reconstrução com base em grupos atuais de ramos basais, como Aphelidea, Rozella e quitrídios. · Limitações: É reconstrução do ancestral, não observação; o texto diz 'probably'. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Estimativa: A estimativa de espécies de fungos é de 2,2 a 3,8 milhões, e cerca de 120 mil têm nome aceito, o que equivale a no máximo 8% e, no pior caso, 3%. [5] Abstract
    Contexto: Estimativa de 2017; ver o post "quantas-especies-de-fungos". · Limitações: Depende de extrapolações e de dados de sequências ambientais. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: Comparações celulares e genômicas, segundo a revisão de 2017, enfraqueceram em geral todas as tentativas de achar um traço derivado compartilhado que defina os fungos; a fronteira do reino segue em revisão. [1] Abstract
    Contexto: Sinapomorfia é um traço novo herdado só pelo grupo e seu ancestral. · Limitações: Posição da revisão de 2017, que os autores apresentam como argumento. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Consenso científico: O esquema de cinco reinos que ganhou aceitação popular definia os reinos por nível trófico: produtores (plantas), consumidores (animais) e decompositores (fungos). [1] Abstract
    Contexto: Esquema de Whittaker; os autores dizem que esses reinos eram definidos de forma abstrata e não monofilética. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Em debate: Rozella foi historicamente classificada como fungo, mas esse tratamento é hoje debatido. [1] seção sobre Rozella
    Contexto: Debate sobre o ramo basal dos fungos. · A posição de Rozella depende de qual definição de fungo se adota e de árvores filogenéticas ainda em revisão; a página registra a divergência. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada

Referências

  1. Microbiology Spectrum (ASM) — What Defines the "Kingdom" Fungi?
    Richards, T. A.; Leonard, G.; Wideman, J. G. · 2017 · Revisão ou síntese científica · lida na íntegra · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1128/microbiolspec.funk-0044-2017
  2. Biological Reviews (Cambridge Philosophical Society) — Fungal evolution: major ecological adaptations and evolutionary transitions
    Naranjo-Ortiz, M. A.; Gabaldón, T. · 2019 · Revisão ou síntese científica · lida na íntegra · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1111/brv.12510
  3. Biological Reviews (Cambridge Philosophical Society) — Fungal evolution: diversity, taxonomy and phylogeny of the Fungi
    Naranjo-Ortiz, M. A.; Gabaldón, T. · 2019 · Revisão ou síntese científica · lida na íntegra · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1111/brv.12550
  4. Genomics, Proteomics & Bioinformatics (Universidade da Carolina do Leste, EUA) — Emerging Genomic and Proteomic Evidence on Relationships Among the Animal, Plant and Fungal Kingdoms
    Stiller, J. W. · 2004 · Revisão ou síntese científica · lida na íntegra · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1016/S1672-0229(04)02012-1
  5. Microbiology Spectrum (ASM) — Fungal Diversity Revisited: 2.2 to 3.8 Million Species
    Hawksworth, D. L.; Lücking, R. · 2017 · Revisão ou síntese científica · lida na íntegra · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1128/microbiolspec.funk-0052-2016

O que esta página ainda não cobre bem

  • Que papéis ecológicos os fungos têm? (parcial)
  • O que não é fungo mas parece (oomicetos, líquens)? (parcial)

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