Micróbios
Publicado em 14/10/2026 · Última alteração em 14/10/2026
Micróbios são os seres pequenos demais para serem vistos a olho nu, reunidos em ramos distantes da árvore da vida: bactérias, arqueias, protistas e fungos microscópicos, além dos vírus, que são um caso à parte71617. Dominam em número e em lugares onde vivem: estimou-se 4–6 × 10^30 células de procariotos, a maioria no oceano, no solo e nas camadas profundas12, e as bactérias respondem por cerca de 15% da biomassa viva, segundo um censo de 20185. Boa parte nunca foi cultivada, o que torna provisório o que sabemos sobre o que fazem89.
O que é um micróbio
"Micróbio" (ou microrganismo) é uma palavra que descreve tamanho e modo de estudo, não parentesco: reúne seres muito pequenos que só se veem ao microscópio e que pertencem a ramos distantes da árvore da vida. A comparação de moléculas mostra que a vida celular se divide em três grandes grupos, eubactérias, arqueobactérias e eucariotos, e que as diferenças entre eles são mais profundas que as que separam animais de plantas7. Por isso "micróbio" não é um grupo natural, e sim um guarda-chuva prático.
"Micróbio" também não é sinônimo de "germe", palavra do dia a dia para o micróbio que adoece alguém. Doença é um capítulo da microbiologia; os posts do núcleo sobre Koch, antibióticos e resistência tratam dele. O que esta página mostra é o conjunto: quem são, quantos são e onde estão.
Os grupos lado a lado
Bactérias e arqueias são procariotos: células sem núcleo. São dois dos três domínios da vida, separados pela comparação de moléculas7. Os protistas são eucariotos, e os microscópicos são, em sua maioria, de uma só célula; no plâncton da zona iluminada do oceano, a maior parte da biodiversidade eucariótica é de protistas heterotróficos, em especial parasitas ou hospedeiros de simbiontes16. Fungos microscópicos, como as leveduras, entram na conta de micróbios, mas a história dos fungos tem núcleo próprio.
Os vírus são o caso à parte: são parasitas intracelulares obrigatórios que infectam todas as formas de vida celular17, não são células e por isso ficam fora das três grandes divisões da vida celular. Se eles estão "vivos" depende da definição de vida que se adota18. A trilha traz a descoberta, o ciclo e os gigantes entre os vírus.
Quantos são
O número é astronômico e incerto. Uma estimativa de 1998 colocou 4–6 × 10^30 células de procariotos na Terra1, quase todas no oceano aberto, no solo e nas camadas profundas sob o mar e a terra2. Um censo de biomassa de 2018 contabilizou cerca de 70 Gt C em bactérias e 7 Gt C em arqueias4: depois das plantas, as bactérias são o maior componente da biomassa viva, com cerca de 15% do total5. Fungos (≈12 Gt C), protistas (≈4 Gt C) e vírus (≈0,2 Gt C) vêm depois, e a incerteza de cada valor é de várias vezes6.
Os dois números não combinam bem: o carbono de procariotos de 1998 (350–550 Pg) é várias vezes maior que o do censo de 201814. Isso mostra o quanto estimar a vida microscópica global é difícil, e por que os números aqui são ordens de grandeza, não contagens. Para a escala de uma célula só, o post sobre a bactéria gigante mostra um extremo.
- Células de procariotos na Terra (estimativa de 1998)
- 4–6 × 10^30 1
- Biomassa de bactérias (censo de 2018)
- ≈70 Gt C, cerca de 15% da biomassa global 5
- Biomassa de arqueias, protistas e vírus
- ≈7, ≈4 e ≈0,2 Gt C 6
- Bactérias num corpo de referência de 70 kg
- ≈3,8 × 10^13 10
- Diversidade de eucariotos no plâncton da zona iluminada
- ≈150.000 unidades de sequência 15
Onde vivem e o que fazem no planeta
Micróbios ocupam do plâncton de superfície ao fundo marinho, do solo às fontes quentes e salmouras. Em 243 amostras de 68 locais do oceano, o projeto Tara Oceans catalogou mais de 40 milhões de sequências de genes, em sua maioria novas, de vírus, procariotos e pequenos eucariotos12; nas águas de superfície, a temperatura foi o fator que melhor explicou quais comunidades aparecem onde13. O plâncton eucariótico microscópico também é muito diverso: cerca de 150.000 unidades de sequência, um terço delas sem grupo conhecido15.
O papel no planeta decorre da escala: os micróbios são tidos como os principais motores dos processos biogeoquímicos, os ciclos de carbono, nitrogênio e outros elementos19. Os procariotos da Terra contêm cerca de dez vezes mais nitrogênio e fósforo que as plantas, segundo a estimativa de 19983. Os posts sobre alça microbiana, vírus no mar, pluma do Amazonas e florações de cianobactérias mostram esses ciclos em ação.
Como sabemos o que não conseguimos cultivar
Durante décadas, micróbio era o que crescia numa placa de cultura. Hoje se sabe que isso mostra uma fração pequena: grande parte da diversidade microbiana nunca foi caracterizada em cultura de laboratório, e micróbios de linhagens sem parente cultivado dominam numericamente os grandes ambientes da Terra, exceto o corpo humano8. Cerca de um quarto das células microbianas pertence a filos sem nenhum representante cultivado9.
O que se sabe vem de métodos que dispensam o cultivo, como sequenciar o RNA ribossômico e o DNA extraído direto do ambiente, e de contagens por microscópio. Os posts sobre a anomalia da contagem em placa e sobre a metagenômica explicam como isso funciona e quais são os limites: uma sequência diz que o organismo existe e a que grupo pertence, mas pouco sobre o que ele faz.
Micróbios no corpo humano
Um corpo masculino de referência (70 kg) tem cerca de 3,8 × 10^13 bactérias10. A razão entre bactérias e células humanas é de cerca de 1:1, e não de 10:1 como muitas vezes se repete11. O número é grande, mas o papel dessas bactérias na saúde é matéria dos posts específicos, que separam o que a ciência mede, o que correlaciona e o que ainda não prova.
Há uma ponte curiosa com o oceano: mais de 73% da funcionalidade central dos micróbios marinhos é compartilhada com o microbioma do intestino humano, ainda que os ambientes sejam muito diferentes14. Compartilhar funções não é o mesmo que compartilhar espécies.
O que esta página não afirma
Os números de abundância e de biomassa são estimativas com incerteza de ordens de grandeza, e as estimativas de 1998 e de 2018 divergem14. A maior parte das espécies microbianas não tem nome nem cultura, de modo que "quantas espécies existem" não tem resposta firme815. Esta página resume resultados dos resumos e tabelas das fontes citadas e depende dos posts do núcleo para o detalhe de cada assunto. Vírus em detalhe, doenças e saúde ficam nos posts específicos; fungos pluricelulares pertencem a outro núcleo.
Equívocos frequentes
- Micróbio é o mesmo que germe, algo que causa doença. A palavra descreve tamanho e modo de estudo, e reúne grupos distantes7. Boa parte dos micróbios do planeta nunca foi cultivada nem estudada em laboratório8; o papel deles nos ciclos do planeta19 e no corpo10 é muito mais amplo que a doença.
- Temos dez bactérias para cada célula humana. A estimativa revisada é de cerca de 1:1 em um corpo de referência de 70 kg11.
- Bactérias e arqueias são a mesma coisa. A análise de moléculas as separa em dois dos três grandes grupos da vida celular7.
- Vírus são bactérias menores. Vírus são parasitas intracelulares que infectam todas as formas de vida celular, bactérias inclusive17.
O que ainda não se sabe
- Quantos micróbios existem na Terra? As estimativas de número de células e de carbono mudaram muito entre 1998 e 2018 e ainda carregam incerteza de várias vezes.
- O que fazem os micróbios que nunca foram cultivados? Dominam em número, mas suas funções são, em geral, inferidas de genes e do ambiente, não observadas em cultura.
- Os vírus estão vivos? A resposta depende da definição de vida; para uma revisão, a pergunta em si tem pouca substância.
Perguntas frequentes
Micróbio é o mesmo que bactéria?
Não. Bactéria é um dos grupos de micróbios, ao lado das arqueias, dos protistas, dos fungos microscópicos e, com ressalvas, dos vírus71617.
Quantas bactérias há no corpo humano?
Cerca de 3,8 × 10^13 em um corpo de referência de 70 kg, o que dá aproximadamente uma bactéria para cada célula humana1011.
Onde vive a maior parte dos micróbios?
No oceano aberto, no solo e nas camadas profundas sob o mar e sob a terra, segundo a estimativa de 19982.
Trilha de estudo
- Leeuwenhoek: o comerciante de tecidos de Delft cujas cartas de 1676 descreveram protistas e bactérias — Como o mundo microscópico foi visto pela primeira vez, em 1676.
- Como sabemos que as arqueias não são bactérias: o RNA ribossômico de Carl Woese — Por que arqueias e bactérias são grupos diferentes.
- Microscópio contra placa: a grande anomalia da contagem e por que tantos micróbios não formam colônias — Por que a placa de cultura mostra só uma parte dos micróbios.
- Estudar micróbios sem cultivá-los: o RNA 16S e a metagenômica que revelaram a "matéria escura" microbiana — Como se estuda o que não cresce em cultura.
- Tara Oceans: como 210 estações amostraram o plâncton do planeta e o que os estudos de 2015 mostraram — O retrato do oceano que sustenta os números da página.
- Os limites da vida em cultura: até 122 °C, de pH 0 a 12,5 e cerca de 35% de sal (levantamento de 2019) — Até onde a vida microbiana chega em calor, acidez e sal.
- Thiomargarita magnifica: bactéria de célula visível a olho nu, com média acima de 9.000 µm, descrita em 2022 — O extremo de tamanho: bactéria visível a olho nu.
- Alça microbiana: como bactérias devolvem à cadeia alimentar o carbono dissolvido na água do mar — Como bactérias e protistas movem o carbono no mar.
- Vírus estão vivos? Por que a resposta depende de como se define "vida" — A ressalva sobre os vírus: o que está em jogo na palavra "vivo".
- Vírus no mar: quantos são e o que fazem com o carbono — Os vírus como parte da engrenagem do oceano.
- Biofilme: bactérias presas a uma superfície e envoltas numa matriz que elas mesmas produzem — Micróbios que vivem em comunidade, presos a superfícies.
- Na pluma do Amazonas, diatomáceas com simbionte fixam nitrogênio e ajudam a levar carbono ao fundo do mar — Um exemplo brasileiro de micróbios mexendo com nitrogênio e carbono.
- Microbioma: o que a ciência mede, o que correlaciona e o que ainda não prova — Os micróbios do corpo: o que se mede e o que se prova.
- Como se prova que um micróbio causa uma doença: os postulados de Koch e seus limites — A ponte para a doença: como se prova que um micróbio causa uma.
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Evidências
- Estimativa: Estimou-se em 1998 que a Terra tem 4–6 × 10^30 células de procariotos (bactérias e arqueias), com 350–550 Pg de carbono celular. [1] Resumo
Contexto: Estimativa global de 1998, feita com contagens em oceano, solo e subsuperfície. · Limitações: Estimativa de 1998, que os próprios autores chamam de incerta. O censo de biomassa de 2018 (f2) chega a ≈70 Gt C para bactérias e ≈7 Gt C para arqueias, muito abaixo de 350–550 Pg C (comparação nossa: 1 Pg = 10^15 g = 1 Gt; 70 + 7 = 77 Gt C). · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Estimativa: A maior parte dos procariotos vive no oceano aberto, no solo e nas camadas profundas sob o mar e sob a terra. [1] Resumo
Contexto: Estimativa global de 1998. · Limitações: As contagens da subsuperfície eram as mais incertas na época. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Estimativa: Os procariotos da Terra contêm 85–130 Pg de nitrogênio e 9–14 Pg de fósforo, cerca de dez vezes mais desses nutrientes que as plantas. [1] Resumo
Contexto: Estimativa global de 1998. · Limitações: Depende da mesma estimativa de número de células, hoje considerada alta (ver a1). · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Estimativa: Em um censo de 2018, as bactérias somam cerca de 70 Gt C de biomassa e as arqueias cerca de 7 Gt C, sobretudo em ambientes subterrâneos e marinhos. [2] Abstract
Contexto: Biomassa de todos os reinos, em gigatoneladas de carbono (Gt C), a partir de revisão da literatura. · Limitações: A tabela do estudo dá incerteza de 10 vezes para bactérias e de 13 vezes para arqueias. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Estimativa: Depois das plantas, as bactérias são o maior componente da biomassa do planeta, com cerca de 15% do total; fungos, arqueias, protistas, animais e vírus somam menos de 10%. [2] Results
Contexto: Biomassa medida em carbono, não em número de organismos nem em importância ecológica. · Limitações: Biomassa em carbono não mede papel ecológico: grupos de pouca massa podem ter efeito grande. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Estimativa: No mesmo censo, os fungos somam cerca de 12 Gt C, os protistas cerca de 4 Gt C e os vírus cerca de 0,2 Gt C, com incerteza de 20 vezes para os vírus. [2] Tabela 1
Contexto: Valores arredondados pelos autores para refletir a incerteza; a tabela traz a incerteza em fator multiplicativo. · Limitações: Os fungos da tabela incluem os pluricelulares, que ficam fora desta página. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Evidência forte: A comparação de moléculas mostra que a vida celular se divide em três grandes grupos, eubactérias, arqueobactérias e eucariotos, com diferenças mais profundas que as que separam reinos como animais e plantas. [3] Abstract
Contexto: Proposta de 1990 que formalizou os domínios Archaea, Bacteria e Eucarya a partir de sequências de RNA ribossômico. · Limitações: É o artigo que propõe os domínios; o enquadramento atual da árvore da vida tem refinamentos posteriores que esta página não resume. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Evidência forte: Micróbios de linhagens sem representante cultivado dominam numericamente todos os grandes ambientes da Terra, com exceção do corpo humano. [4] Importance
Contexto: Análise de 2018 que combinou sequências de RNA ribossômico com contagens de células em vários ambientes. · Limitações: A conclusão depende de quão bem as sequências de referência representam cada ambiente. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Estimativa: Cerca de um quarto das células microbianas da Terra pertence a filos (grandes ramos da árvore da vida) sem nenhum parente cultivado em laboratório. [4] Abstract
Contexto: Estimativa de 2018 para o conjunto dos ambientes. · Limitações: É uma estimativa dos autores, com margem não detalhada aqui. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Estimativa: Um corpo masculino de referência (70 kg) tem cerca de 3,8 × 10^13 bactérias. [5] Abstract
Contexto: Homem adulto de referência de 70 kg, segundo o modelo do estudo. · Limitações: Valor de um corpo-modelo; varia de pessoa para pessoa. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Evidência forte: A razão entre bactérias e células humanas no corpo é de cerca de 1:1, e não 10:1 como se repetia. [5] Conclusão
Contexto: Corpo de referência de 70 kg. · Limitações: Os autores observam que, comparando só com as células humanas com núcleo, a razão seria de cerca de 10:1. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Fato estabelecido: O estudo Tara Oceans analisou 7,2 terabases de dados metagenômicos de 243 amostras em 68 locais do oceano e catalogou mais de 40 milhões de sequências de genes, em sua maioria novas. [6] Abstract
Contexto: Águas superficiais e intermediárias (epipelágicas e mesopelágicas) do oceano global. · Limitações: Não inclui o oceano profundo nem o fundo marinho. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Evidência forte: Em 139 amostras ricas em procariotos, com mais de 35.000 espécies, a composição das comunidades da superfície do mar foi explicada sobretudo pela temperatura. [6] Abstract
Contexto: Oceano global, águas superficiais. · Limitações: "Espécie" aqui é a unidade operacional usada pelo estudo, definida por similaridade de sequências. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Evidência forte: Mais de 73% da abundância da funcionalidade central dos micróbios do oceano é compartilhada com o microbioma do intestino humano, apesar das diferenças físicas e químicas entre os dois ambientes. [6] Abstract
Contexto: Comparação de catálogos de genes do oceano e do intestino. · Limitações: Compartilhar funções não significa compartilhar espécies. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Evidência forte: Em 334 comunidades de plâncton de oceanos tropicais e temperados, a diversidade de eucariotos microscópicos chegou a cerca de 150.000 unidades de sequência, e cerca de um terço não pôde ser atribuído a grupos conhecidos. [7] Abstract
Contexto: Plâncton da zona iluminada de oceanos tropicais e temperados, de protistas (>0,8 micrômetro) a pequenos animais de poucos milímetros. · Limitações: Mede diversidade de sequências de RNA ribossômico 18S, que não equivale a espécies descritas. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Evidência forte: A maior parte da biodiversidade do plâncton eucariótico pertence a grupos de protistas heterotróficos, em especial parasitas ou hospedeiros de simbiontes. [7] Abstract
Contexto: Plâncton da zona iluminada dos oceanos tropicais e temperados. · Limitações: Heterotrófico quer dizer que se alimenta de matéria orgânica pronta, sem fazer fotossíntese. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Consenso científico: Vírus são parasitas intracelulares obrigatórios, que infectam todas as formas de vida celular. [8] Tabela 1
Contexto: Definição usada em uma revisão sobre replicadores genéticos. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Interpretação: Dizer se os vírus estão vivos depende da definição de vida adotada, que é arbitrária; por isso a pergunta, sozinha, não tem resposta única. [8] Abstract
Contexto: Posição de um autor numa revisão. · Limitações: É uma posição defendida na revisão, não um resultado experimental; outros autores adotam outras definições. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada - Evidência forte: Os micróbios são os principais motores dos processos biogeoquímicos, mas montar um retrato global de sua diversidade funcional e da estrutura das comunidades continua sendo um grande desafio. [6] Abstract
Contexto: Frase de abertura do resumo do estudo, de 2015. · Limitações: Afirmação de contexto dos autores, não resultado do estudo. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
Referências
- Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) — Prokaryotes: The unseen majority
Whitman, W. B.; Coleman, D. C.; Wiebe, W. J. · 1998 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1073/pnas.95.12.6578 - Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) — The biomass distribution on Earth
Bar-On, Y. M.; Phillips, R.; Milo, R. · 2018 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1073/pnas.1711842115 - Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) — Towards a natural system of organisms: proposal for the domains Archaea, Bacteria, and Eucarya
Woese, C. R.; Kandler, O.; Wheelis, M. L. · 1990 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1073/pnas.87.12.4576 - mSystems (American Society for Microbiology) — Phylogenetically Novel Uncultured Microbial Cells Dominate Earth Microbiomes
Lloyd, K. G.; Steen, A. D.; Ladau, J.; Yin, J.; Crosby, L. · 2018 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1128/mSystems.00055-18 - PLOS Biology — Revised Estimates for the Number of Human and Bacteria Cells in the Body
Sender, R.; Fuchs, S.; Milo, R. · 2016 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1371/journal.pbio.1002533 - Science — Structure and function of the global ocean microbiome
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de Vargas, C. et al. (Tara Oceans coordinators) · 2015 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1126/science.1261605 - Studies in History and Philosophy of Science Part C — Are viruses alive? The replicator paradigm sheds decisive light on an old but misguided question
Koonin, E. V.; Starokadomskyy, P. · 2016 · Revisão ou síntese científica · lido só o resumo · consultada em 14/10/2026 DOI 10.1016/j.shpsc.2016.02.016
O que esta página ainda não cobre bem
- Quantos micróbios há e quanto pesam? (parcial)
- Quantas espécies de micróbios existem? (parcial)
Revisão
Conferência automatizada: cada afirmação foi confrontada com a fonte por agente de IA, com registro do trecho e do resultado. Próxima revisão até 14/04/2027.
Histórico de alterações
- Versão 1 · 14/10/2026 — Primeira versão (produção 1.000, página central do núcleo)