Jubarte

Megaptera novaeangliae · também chamada baleia-jubarte, baleia-corcunda, baleia-cantora, humpback whale

Publicado em 12/10/2026 · Última alteração em 12/10/2026

A jubarte é uma baleia de barbatanas que vive em todos os oceanos, filtra krill e peixes pequenos e faz uma das migrações mais longas entre os mamíferos1210. Importa por três razões: é um dos casos mais bem medidos de recuperação depois da caça, tem comportamentos aprendidos que passam de baleia para baleia, como o canto, e a população que se reproduz no Brasil, sobretudo em Abrolhos, voltou a perto do tamanho anterior à caça, segundo um modelo de 2019172428.

O que é a jubarte

A jubarte é um misticeto, uma baleia de barbatanas. No lugar de dentes, tem placas de barbatana que funcionam como peneira: a baleia engole água com presas e expulsa a água, retendo krill e peixes pequenos2. Vive em todos os grandes oceanos1.

O nome científico, Megaptera, quer dizer "asas grandes" e se refere às nadadeiras peitorais, que podem chegar a cerca de um terço do comprimento do corpo3. A face de baixo da cauda tem um desenho em preto e branco que muda de uma baleia para outra. É por ele que os pesquisadores reconhecem cada indivíduo7.

A espécie não forma uma população única. No Hemisfério Sul há sete populações reprodutivas, todas com áreas de alimentação em águas antárticas ou subantárticas1. Um estudo genético de 2014 com cerca de 2.700 animais concluiu que as jubartes do Pacífico Norte, do Atlântico Norte e do Hemisfério Sul seguem trajetórias evolutivas independentes e propôs dividi-las em três subespécies21.

Por que importa

A jubarte foi caçada até quase sumir em boa parte do mundo. Estima-se que ao menos 300 mil tenham sido mortas, e a maioria das populações perdeu mais de 95% dos animais33. Como a caça deixou registros e a recuperação foi acompanhada com fotos, satélite e censos, a espécie virou um caso de estudo sobre o que acontece quando a caça para28.

É também um dos melhores exemplos de cultura fora dos primatas. O canto muda e se espalha entre populações, e uma técnica de caça nova se espalhou por aprendizado social ao longo de 27 anos numa população do Hemisfério Norte17. Por fim, o retorno de dezenas de milhares de jubartes muda o consumo de krill nas áreas de alimentação do Atlântico Sul, com efeitos que ainda não se conhecem bem37.

Como vive

Migração. A maior parte das jubartes passa o verão em águas frias e produtivas, onde come, e o inverno em águas tropicais rasas, onde acasala e dá à luz10. Algumas populações percorrem cerca de 8.000 km em cada sentido; as do Alasca chegam ao Havaí em apenas 28 dias10. A rota das jubartes do Brasil está no post sobre a viagem a Abrolhos.

Alimentação. Na temporada de alimentação, a jubarte acumula gordura para o resto do ano2. Durante a migração pode passar até oito meses sem comer12. Esse jejum não é absoluto: uma revisão de 2026 reuniu 77 publicações com registros de jubartes se alimentando em rotas de migração e em áreas de reprodução13. Para concentrar as presas, usam bolhas, sons, o fundo do mar e as nadadeiras; a técnica mais conhecida é a rede de bolhas, feita em grupo ou por uma baleia sozinha1415.

Reprodução. A maturidade sexual vem entre 4 e 10 anos. A gestação dura cerca de 11 meses, nasce um filhote por vez, com 4 a 5 m, e a fêmea costuma ter um filhote a cada 2 ou 3 anos9.

Canto. Só os machos cantam. A canção é uma sequência de sons repetida com precisão, que pode durar de 7 a 30 minutos e ser emendada por horas188. Todos os machos de uma população cantam a mesma versão, e versões novas se espalham entre populações, como conta o post sobre o canto17.

Como os cientistas sabem

Fotoidentificação. Cada cauda tem um padrão único de pigmentação, e a foto da face de baixo funciona como impressão digital. Fotos de filhotes ficam de fora, porque o padrão deles muda rápido720. Comparando catálogos de vários países, uma fêmea fotografada em Abrolhos em 1999 foi reencontrada em Madagascar em 200111.

Telemetria por satélite. Transmissores presos a jubartes em Abrolhos em 2003 e 2005 mostraram a rota até as áreas de alimentação perto das Ilhas Sandwich do Sul22.

Acústica e genética. Hidrofones gravam o canto, que permite comparar populações. Pequenos dardos retiram amostras de pele para DNA, que revelam o sexo e a diversidade genética, e de gordura, para medir contaminantes1823. Drones medem o comprimento e a condição corporal das baleias23.

Censos e modelos. Navios e aviões contam baleias em faixas do mar, e modelos estatísticos juntam essas contagens aos registros de caça para reconstruir a população do passado2628. Essas reconstruções são estimativas, não contagens diretas.

Em números

Uma jubarte adulta mede em geral de 15 a 16 m e pesa cerca de 40 t; a agência oceânica dos Estados Unidos fala em até uns 18 m4. As fêmeas são um pouco maiores que os machos5. A cauda pode ter até 5,5 m de largura7. A expectativa de vida é estimada em 80 a 90 anos6.

Para comparar escalas com a baleia-azul, o maior animal conhecido, veja o post sobre ela.

Comprimento adulto
15 a 16 m em geral; até cerca de 18 m segundo a NOAA 4
Massa adulta
cerca de 40 t 4
Nadadeira peitoral
até cerca de 1/3 do comprimento do corpo 3
Largura da cauda
até cerca de 5,5 m (18 pés) 7
Filhote ao nascer
cerca de 4 a 5 m, após gestação de 11 meses 9
Expectativa de vida
cerca de 80 a 90 anos (estimativa) 6
Migração de algumas populações
cerca de 8.000 km em cada sentido (5.000 milhas) 10
Maior deslocamento documentado entre áreas de reprodução
mais de 9.800 km, de Abrolhos a Madagascar (1999–2001) 11
População do Atlântico Sul ocidental em 2019
cerca de 24.900 (intervalo 22.400–27.000), estimativa de modelo 28

A jubarte no Brasil

As jubartes que se reproduzem no Brasil formam a população do Atlântico Sul ocidental, chamada de estoque reprodutivo A pela Comissão Baleeira Internacional. Ficam na costa de julho a novembro24. Antes da caça, ocupavam do Rio Grande do Norte a São Paulo; hoje se concentram no Banco dos Abrolhos, entre o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo, mas voltam a aparecer mais ao norte e mais ao sul25.

O Banco dos Abrolhos é uma plataforma rasa, com profundidade média de cerca de 30 m e água de 22 a 24 °C no inverno, perfil típico das áreas de reprodução da espécie24. Em censos por navio de 2008 e 2012, a área de Abrolhos reuniu 85% e 88% das baleias estimadas26.

Quantas são? Um censo de 2008 estimou cerca de 16.400 jubartes na costa brasileira26. Um modelo de 2019 calcula cerca de 24.90028. O Instituto Baleia Jubarte estima hoje mais de 30 mil, a partir de censos aéreos e cruzeiros, contra cerca de mil em 198830. As três cifras vêm de métodos e anos diferentes e não devem ser lidas como contagens exatas.

A pesquisa brasileira é parte central dessa história. O Projeto Baleia Jubarte nasceu em 1988, junto com a implantação do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos36. Em 2014, a espécie saiu da lista oficial brasileira de espécies ameaçadas36. As causas de encalhe também são estudadas: de 24 jubartes encalhadas entre 2004 e 2016, 19 eram filhotes, e a causa mais comum entre eles foi insuficiência respiratória neonatal39.

Caça e recuperação

A jubarte do Atlântico Sul foi caçada por mais de um século. Entre 1830 e 1924, estações costeiras no Brasil mataram, segundo uma reconstrução histórica, de cerca de 11 mil a 33 mil jubartes31. Em 1904 começou a caça industrial na Geórgia do Sul, e quase 25 mil jubartes dessa população foram mortas em cerca de 12 anos. Ao todo, estima-se que de 40 mil a 60 mil tenham sido mortas desde o início do século XIX31. Uma estação baleeira funcionou no Nordeste brasileiro, em Costinha, até 198532.

O modelo de 2019 estima que a população caiu de cerca de 27 mil animais em 1830 para uns 450 em meados da década de 195028. A jubarte passou a ser protegida no Hemisfério Sul em meados da década de 1960. Ainda assim, frotas soviéticas ilegais mataram 190 jubartes dessa população em 1967. As últimas capturas registradas foram em 19723233. No Brasil, a Lei 7.643, de 1987, proibiu a caça e o molestamento intencional de qualquer cetáceo34.

Com a proteção, a população cresceu rápido. O mesmo modelo calcula que ela estaria em 2019 em 93% do tamanho anterior à caça, com intervalo de 73% a 100%28. Apesar da queda drástica, a diversidade genética continua alta, e um estudo de 2018 não encontrou sinal de gargalo genético38. A recuperação no Brasil acompanha a de outras regiões: a União Internacional para a Conservação da Natureza passou a espécie de "vulnerável" para "pouco preocupante", mas as populações do Mar da Arábia e da Oceania continuam ameaçadas35. A história completa está no post sobre a caça e a recuperação.

Equívocos frequentes

Alguns erros aparecem com frequência em textos sobre jubartes. Os principais estão listados abaixo, com a correção e a fonte.

  • O esguicho da baleia é um jato de água. O borrifo é ar quente expirado em alta velocidade, junto com água vaporizada que estava sobre o orifício respiratório.
  • A jubarte vem ao Brasil para se alimentar. Vem para acasalar, parir e amamentar. Come sobretudo nas águas frias do sul e pode passar meses sem comer, embora haja registros de alimentação fora das áreas polares.
  • Machos e fêmeas cantam. O canto longo e complexo é dos machos.
  • A jubarte tem dentes e caça peixes grandes. Tem barbatanas no lugar de dentes e filtra krill e peixes pequenos de cardume.
  • Já se sabe exatamente quantas jubartes existem no Brasil. Os números vêm de censos e modelos com intervalos largos, e métodos diferentes dão valores diferentes.
  • A jubarte é a maior baleia. Mede em geral de 15 a 16 m. A baleia-azul, tratada em outro post, é bem maior.

O que ainda não se sabe

A função do canto continua sem consenso. Uma revisão de 2017 avaliou três hipóteses (atrair fêmeas, organizar a disputa entre machos e atrair fêmeas para agrupamentos de machos) e concluiu que todas têm méritos e limites19.

O tamanho exato da população brasileira depende do modelo. Um modelo de 2021, com outro método, estimou uma população original e um mínimo menores que os do modelo de 2019; os intervalos se sobrepõem, mas os números centrais diferem29.

Não se sabe ainda como o retorno de dezenas de milhares de jubartes afetará o krill antártico e os outros animais que dependem dele37, nem com que frequência as jubartes comem fora das áreas polares13. A proposta de três subespécies também não encerra a discussão sobre a classificação da espécie21.

  • Para que serve o canto? Três hipóteses principais, nenhuma com consenso; a revisão de 2017 propõe que o canto tenha várias funções.
  • Qual era e qual é o tamanho real da população do Atlântico Sul ocidental? Modelos de 2019 e 2021 divergem nos números centrais, com intervalos que se sobrepõem.
  • Que efeito a recuperação terá sobre o krill antártico? Há estimativas de consumo, mas o efeito sobre o ecossistema ainda não foi medido.
  • Com que frequência as jubartes comem fora das áreas polares? Há registros em várias populações, mas a frequência e a importância desse comportamento não são conhecidas.
  • A jubarte deve ser dividida em subespécies? Proposta genética de 2014, com três subespécies por bacia oceânica.

Perguntas frequentes

Qual o tamanho de uma jubarte?

Em geral 15 a 16 m e cerca de 40 t; a NOAA fala em até uns 18 m. As fêmeas são um pouco maiores que os machos.

Quanto tempo vive uma jubarte?

A NOAA estima de 80 a 90 anos. A idade de baleias livres é difícil de medir, por isso o número é uma estimativa.

Quando e onde dá para ver jubartes no Brasil?

De julho a novembro, sobretudo no Banco dos Abrolhos, no sul da Bahia e norte do Espírito Santo. Com a recuperação, há cada vez mais registros ao norte e ao sul, como na Bacia de Campos e em Ilhabela.

A jubarte come enquanto está no Brasil?

Em geral não: ela acumula gordura nas águas frias do sul e passa a temporada de reprodução de jejum. Há, porém, registros de jubartes se alimentando em rotas de migração e em áreas de reprodução.

Por que as jubartes cantam?

Só os machos cantam, e a função ainda não está resolvida. As hipóteses principais são atrair fêmeas, organizar a disputa entre machos e atrair fêmeas para áreas com muitos machos.

A jubarte ainda está ameaçada de extinção?

No Brasil, saiu da lista oficial de espécies ameaçadas em 2014. No mundo, a União Internacional para a Conservação da Natureza a classifica como pouco preocupante, mas algumas populações, como a do Mar da Arábia, seguem ameaçadas.

Quantas jubartes há no Brasil?

As estimativas vão de cerca de 16 mil (censo de 2008) a cerca de 25 mil (modelo para 2019) e mais de 30 mil (estimativa do Instituto Baleia Jubarte). Métodos e anos diferem.

O que quer dizer Megaptera novaeangliae?

Megaptera significa "asas grandes", pelas nadadeiras peitorais longas; novaeangliae quer dizer "da Nova Inglaterra", no nordeste dos Estados Unidos, onde baleeiros europeus as encontraram.

Trilha de estudo

  1. Baleias e golfinhos descendem de mamíferos terrestres de casco, e os fósseis registram a passagem para o mar — De onde vêm as baleias: os fósseis da passagem da terra para o mar.
  2. Por que a jubarte vem ao Brasil todo ano e como se acompanha a viagem? — Por que a jubarte vem a Abrolhos e como se acompanha a viagem até a Antártida.
  3. Jubartes cercam presas com redes de bolhas, e um estudo de 2024 trata essas redes como ferramentas fabricadas — Como ela caça: redes de bolhas feitas em grupo ou por uma baleia sozinha.
  4. O canto das jubarte muda em ondas: canções novas cruzaram o Pacífico Sul, de população em população, por 11 anos — O canto dos machos e como versões novas atravessam o Pacífico.
  5. A caça reduziu as jubartes do Brasil a algumas centenas; modelos indicam que hoje estão perto do tamanho original — A caça que quase acabou com a população do Brasil e a recuperação.
  6. O Patagotitan pode ter sido mais comprido, mas a baleia-azul é o maior animal conhecido em massa — Para comparar escalas com o maior animal conhecido.

Relacionados

Evidências

  • Consenso científico: A jubarte vive em todos os grandes oceanos; no Hemisfério Sul há sete populações, todas com áreas de alimentação em águas antárticas ou subantárticas. [1] seção About the Species
    Contexto: Distribuição global da espécie. · Limitações: A Comissão Baleeira Internacional reconhece sete estoques reprodutivos no Hemisfério Sul; a divisão em populações é de gestão e pode mudar. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Consenso científico: A jubarte é uma baleia de barbatanas: filtra krill e peixes pequenos, expulsando a água pelas placas de barbatana, e acumula gordura na temporada de alimentação. [1] seção About the Species [15] seção Biologia
    Contexto: Todas as populações. · Limitações: A proporção de krill e peixe na dieta varia entre populações. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: Megaptera significa "asas grandes", em referência às nadadeiras peitorais, que podem chegar a cerca de um terço do comprimento do corpo; novaeangliae quer dizer "da Nova Inglaterra". [1] seção About the Species [15] parágrafo de abertura [19] seção Physical Description
    Contexto: Morfologia da espécie. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Consenso científico: Uma jubarte adulta mede em geral de 15 a 16 m e pesa cerca de 40 t; a NOAA indica até cerca de 60 pés (cerca de 18 m). [1] quadro Quick Facts [15] parágrafo de abertura [18] seção Physical description
    Contexto: Adultos; os valores máximos vêm de fontes institucionais, não de uma série de medições citada. · Limitações: As fontes divergem no comprimento máximo (15, 16 ou cerca de 18 m). Tons da NOAA são toneladas curtas americanas (cerca de 36 t métricas); por isso o texto usa "cerca de 40 t". · Faixa, não valor único; o máximo de 18 m é da NOAA. · Conferida em parte (página institucional), conferência automatizada
  • Consenso científico: As fêmeas de jubarte são um pouco maiores que os machos. [18] seção Physical description [19] seção Physical Description
    Contexto: Dimorfismo sexual de tamanho. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Estimativa: A expectativa de vida da jubarte é estimada em cerca de 80 a 90 anos. [1] quadro Quick Facts [19] seção Lifespan/Longevity
    Contexto: Indivíduos em vida livre. · Limitações: Nenhuma das páginas explica o método de estimativa de idade; a ADW cita 77 e 95 anos de uma base de dados demográfica. · Estimativa institucional, sem estudo de idade aberto nesta pesquisa. · Conferida em parte (página institucional), conferência automatizada
  • Consenso científico: A cauda da jubarte pode ter até cerca de 18 pés (5,5 m) de largura, e o padrão de pigmentação da face de baixo é único para cada animal, a ponto de servir como impressão digital. [1] seção Appearance
    Contexto: Base da fotoidentificação. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Consenso científico: A jubarte atinge a maturidade sexual entre 4 e 10 anos; a gestação dura cerca de 11 meses, o filhote nasce com 13 a 16 pés (cerca de 4 a 5 m) e a fêmea tem em média um filhote a cada 2 a 3 anos. [1] seção Lifespan & Reproduction
    Contexto: Valores gerais para a espécie. · Limitações: Há registros de fêmeas com filhotes em anos seguidos, segundo a mesma fonte. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Consenso científico: Algumas populações migram cerca de 5.000 milhas (8.000 km) entre áreas de alimentação e de reprodução; jubartes do Alasca chegam ao Havaí, a 3.000 milhas, em apenas 28 dias. É uma das migrações mais longas entre os mamíferos. [1] seção About the Species [8] Resumo
    Contexto: Migração sazonal; a distância varia por população. · Limitações: Jackson et al. falam em a mais longa; a NOAA, em uma das mais longas. O texto usa a forma mais prudente. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: Uma fêmea fotografada no Banco dos Abrolhos em agosto de 1999 foi reencontrada em Madagascar em setembro de 2001, a mais de 9.800 km em linha mínima, o maior deslocamento de um mamífero documentado até 2011. [7] Resumo
    Contexto: Um único indivíduo; movimento entre áreas de reprodução de populações diferentes. · Limitações: É um caso, não o padrão; o recorde se refere ao que estava documentado na publicação (2011). · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: Na migração, a jubarte pode passar até oito meses do ano sem se alimentar. [18] seção Distribution
    Contexto: Populações do Hemisfério Sul. · Limitações: O jejum não é absoluto (ver a13). · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Evidência forte: Uma revisão de 2026 reuniu 77 publicações com registros de jubartes se alimentando em rotas de migração e em áreas de reprodução, em várias populações. [21] Resumo
    Contexto: Revisão sistemática global. · Limitações: Os autores dizem que a definição desse comportamento é imprecisa e que a frequência real é desconhecida. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Consenso científico: Para concentrar presas, jubartes usam bolhas, sons, o fundo do mar e as nadadeiras peitorais; na rede de bolhas em grupo, cortinas de bolhas apertam o cardume, e as baleias sobem de boca aberta pelo centro. [1] seção Behavior and Diet
    Contexto: Descrito sobretudo em populações do Hemisfério Norte. · Limitações: A NOAA nota especialização regional dos comportamentos com bolhas. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Interpretação: Um estudo de 2024 no sudeste do Alasca concluiu que jubartes solitárias controlam o número de anéis, o tamanho, a profundidade e o espaçamento das bolhas da rede, e argumenta que isso multiplica em média por sete a presa obtida por investida. [10] Resumo
    Contexto: Cinco baleias com etiqueta e 23 filmadas por drone, julho de 2019, alimentando-se de krill. · Limitações: O ganho de sete vezes é um cálculo teórico baseado na área dos anéis; os autores não assumem que redes feitas em grupo funcionem igual. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: Uma técnica de caça nova, a alimentação com batida de cauda, espalhou-se numa população de jubartes ao longo de 27 anos, e modelos com transmissão social explicaram os dados muito melhor que modelos sem ela. [13] Resumo
    Contexto: Uma população do Hemisfério Norte; análise de redes de associação. · Limitações: Inferência estatística a partir de observações, não experimento. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Consenso científico: O canto longo e complexo da jubarte é produzido por machos, em geral sozinhos, sobretudo nas áreas de reprodução; hidrofones também o registraram em áreas de alimentação do norte. [11] Resumo [14] item Vocalizing
    Contexto: Todas as populações estudadas. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Incerto: A função do canto não tem consenso: uma revisão de 2017 avaliou três hipóteses (atração de fêmeas, interação entre machos e atração de fêmeas a agrupamentos de machos) e concluiu que todas têm méritos e limites. [11] Resumo [12] Resumo, item 8
    Contexto: Payne e McVay descreveram o canto em 1971 sem saber sua função; a revisão de Herman é de 2017. · Limitações: Revisão de um único autor. · Questão aberta; não apresentar nenhuma hipótese como resposta. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: A canção da jubarte é uma série de sons de 7 a 30 minutos repetida com precisão, e as sessões podem durar várias horas. [12] Resumo, item 4
    Contexto: Gravações analisadas em 1971. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: No Banco dos Abrolhos, as jubartes são identificadas pela pigmentação da face de baixo da cauda, e fotos de filhotes são excluídas porque o padrão deles muda em pouco tempo. [4] Métodos, p. 225
    Contexto: Fotoidentificação de 1996 a 2000. · Limitações: Baleias que raramente erguem a cauda, como mães em repouso, têm menos chance de ser fotografadas. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Interpretação: Um estudo genético de 2014, com DNA mitocondrial de cerca de 2.700 jubartes, concluiu que as do Pacífico Norte, do Atlântico Norte e do Hemisfério Sul seguem trajetórias evolutivas independentes e propôs reconhecer três subespécies. [8] Resumo
    Contexto: Amostras dos três oceanos. · Limitações: É uma proposta dos autores; esta pesquisa não verificou se foi adotada formalmente. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: Em 2003 e 2005, sete jubartes marcadas com transmissores de satélite no Brasil foram acompanhadas de 16 a 205 dias; a viagem até a área de alimentação durou de 40 a 58 dias, a 80,2 km por dia em média, até o norte das Ilhas Sandwich do Sul. [3] Resumo, p. 113
    Contexto: Estoque reprodutivo A; detalhado no post jubarte-vem-brasil-todo-ano. · Limitações: Amostra de sete animais; só quatro chegaram à área de alimentação com sinal. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: O Projeto Baleia Jubarte usa biópsias por pequenos dardos para obter DNA (sexo e diversidade genética) e gordura (contaminantes), grava o canto com hidrofones, faz censos aéreos desde 2001 e usa drones desde 2017 para medir comprimento e condição corporal. [16] seção Drone
    Contexto: Métodos descritos pela própria instituição. · Limitações: Página institucional, sem detalhe de amostragem. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Consenso científico: O Banco dos Abrolhos raramente passa de 40 m de profundidade (média de cerca de 30 m), tem água de 22 a 24 °C no inverno e é considerado a área de reprodução e parto mais importante da espécie no Atlântico Sul ocidental, usada de julho a novembro. [4] Área de estudo, p. 225
    Contexto: Estoque reprodutivo A (Brasil). · Limitações: Os trechos registrados confirmam a profundidade média (~30 m) e o uso de julho a novembro; a profundidade máxima de 40 m e a temperatura de 22–24 °C não estão nos trechos conferidos. · Conferida em parte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: A população brasileira de jubartes ocupava originalmente, na época reprodutiva, do Rio Grande do Norte a São Paulo; hoje se concentra no Banco dos Abrolhos, e avistagens ao norte e ao sul dessa área vêm ficando mais frequentes. [15] seção Distribuição
    Contexto: Afirmação institucional do Instituto Baleia Jubarte. · Limitações: A página não traz os dados de avistagem. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Estimativa: Censos por navio estimaram cerca de 16.400 jubartes na costa brasileira em 2008 (intervalo de 10.600 a 25.500); na área entre Salvador e Cabo Frio, as estimativas subiram de 15.332 em 2008 para 19.429 em 2012, e a área de Abrolhos reuniu 85% e 88% do total. [5] Resultados
    Contexto: Transectos lineares por navio, 2008 e 2012. · Limitações: Intervalos largos; o aumento de 26,7% em quatro anos vale para a área coberta nos dois anos. · Estimativa por amostragem de distâncias. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Estimativa: Um modelo bayesiano de 2019 estima que a população do Atlântico Sul ocidental caiu de cerca de 27 mil jubartes em 1830 (22.800–33.000) para cerca de 450 em meados da década de 1950 (200–1.400) e chegou a cerca de 24.900 em 2019 (22.400–27.000), 93% do tamanho anterior à caça (73–100%). [2] Resultados, caso de referência
    Contexto: Modelo que integra capturas, censos, genética e biologia. · Limitações: Depende das séries de captura e das hipóteses do modelo; ver a29. · Intervalos de probabilidade de 95%. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Estimativa: Uma reanálise de 2021, com outro método de ajuste, estimou uma capacidade de suporte de cerca de 22.900 jubartes e um mínimo de cerca de 305 em 1958, abaixo das estimativas anteriores, com intervalos que se sobrepõem aos do estudo anterior. [6] Resumo
    Contexto: Mesma população; modelo de 1901 a 2040. · Limitações: Coautoria parcialmente comum com f2; não é avaliação independente. · Mostra a sensibilidade das estimativas ao método. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Estimativa: O Instituto Baleia Jubarte estima que a população brasileira tenha hoje mais de 30 mil animais, contra cerca de mil em 1988, com base em censos aéreos, cruzeiros e outros dados. [15] seção População Atual
    Contexto: Estimativa institucional sem data de referência explícita. · Limitações: A página não cita a publicação que sustenta o número; é maior que a estimativa de modelo para 2019 (a28). · Não usar como contagem; citar sempre como estimativa do Instituto. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Estimativa: Estações costeiras no Brasil mataram de cerca de 11 mil a 33 mil jubartes entre 1830 e 1924; na Geórgia do Sul, quase 25 mil foram mortas entre 1904 e 1916; ao todo, estima-se que 40 mil a 60 mil animais dessa população tenham sido mortos desde o início do século XIX. [2] Introdução
    Contexto: População do Atlântico Sul ocidental. · Limitações: A série costeira vem da reconstrução de Morais et al., citada por f2 e não aberta nesta pesquisa; números baseados em registros de óleo e capturas. · Faixas largas por incerteza dos registros históricos. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: Uma estação baleeira em Costinha, no Nordeste do Brasil, funcionou de 1910 a 1915 e de 1924 a 1985; frotas soviéticas ilegais mataram 190 jubartes dessa população em 1967, e não houve capturas de jubartes dessa população depois de 1972. [2] Resultados
    Contexto: Registros compilados pela Comissão Baleeira Internacional. · Limitações: Os autores notam que capturas de Costinha não foram registradas em alguns períodos. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Estimativa: Estima-se que ao menos 300 mil jubartes tenham sido mortas no mundo entre o fim do século XVIII e meados do XX; a maioria das populações perdeu mais de 95% dos animais antes da moratória da caça comercial, em vigor desde 1985. A espécie passou a ser protegida no Hemisfério Sul em meados da década de 1960. [1] seção Population Status [2] Introdução
    Contexto: Escala global. · Limitações: O número de 300 mil é citado por f2 a partir de outras compilações, não aberta aqui. · Valor mínimo, não total exato. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: A Lei 7.643, de 18 de dezembro de 1987, proíbe a pesca e qualquer forma de molestamento intencional de cetáceos nas águas jurisdicionais brasileiras. [20] Art. 1º
    Contexto: Legislação federal brasileira. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: A União Internacional para a Conservação da Natureza reclassificou a jubarte de "vulnerável" para "pouco preocupante" pelo aumento das populações, mas as populações do Mar da Arábia e da Oceania seguem como "em perigo". Pela lei americana de espécies ameaçadas, 4 dos 14 segmentos populacionais da espécie estão listados como em perigo e 1 como ameaçado. [5] Introdução [1] seção Population Status [18] seção Threats
    Contexto: Classificação global e lei americana de espécies ameaçadas (2016). · Limitações: A página da IUCN não abriu nesta pesquisa (conteúdo dinâmico); a classificação vem de f5 e de f18 ("least concern"). · Conferida em parte (texto integral), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: O Projeto Baleia Jubarte foi criado em 1988, no contexto da implantação do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos; em 2014 a jubarte foi retirada da lista oficial brasileira de espécies ameaçadas. [17] seção O Projeto Baleia Jubarte [15] seção População Atual
    Contexto: Brasil. · Limitações: A retirada da lista vem da página do Instituto; a portaria do Ministério do Meio Ambiente não foi aberta. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada
  • Hipótese: Com cerca de 24.900 animais, a população do Atlântico Sul ocidental consumiria de 1,49 a 2,62 milhões de toneladas de krill por temporada de alimentação, e os autores do modelo alertam que isso pode alterar a comunidade nas áreas de alimentação. [2] Resumo
    Contexto: Estimativa feita com taxas de consumo de outro estudo (Reilly et al.). · Limitações: O consumo é calculado, não medido; o efeito ecológico é uma possibilidade apontada pelos autores. · Hipótese sobre efeito ecológico; o número de consumo é estimativa. · Conferida na fonte (texto integral), conferência automatizada
  • Evidência forte: Um estudo genético de 2018, com 420 jubartes do Atlântico Sul ocidental, encontrou alta diversidade genética e favoreceu o cenário sem queda do tamanho efetivo durante a caça comercial, concluindo que a população resistiu bem à redução. [9] Resumo
    Contexto: Dez marcadores de microssatélite. · Limitações: Os autores atribuem a ausência de sinal à curta duração do gargalo; poucos marcadores. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Fato estabelecido: De 24 jubartes encalhadas na costa brasileira entre 2004 e 2016, 19 eram filhotes; entre eles, a causa mais comum de encalhe ou morte foi insuficiência respiratória neonatal (13 de 19), e um foi atingido por embarcação. [22] Resumo
    Contexto: Animais necropsiados, não todos os encalhes do período. · Limitações: Amostra pequena; não mede a mortalidade da população. · Conferida na fonte (resumo), conferência automatizada
  • Consenso científico: O borrifo da baleia não é água jorrada, mas ar quente expelido em alta velocidade com água vaporizada que se acumula sobre o orifício respiratório. [15] seção Biologia [14] item Spouting
    Contexto: Todas as baleias. · Conferida na fonte (página institucional), conferência automatizada

Referências

  1. NOAA Fisheries (EUA) — Humpback Whale (Megaptera novaeangliae)
    NOAA Fisheries · 2026-10-01 · Documento institucional · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  2. Royal Society Open Science 6: 190368 — Assessing the recovery of an Antarctic predator from historical exploitation
    Zerbini, A. N.; Adams, G.; Best, J.; Clapham, P. J.; Jackson, J. A.; Punt, A. E. · 2019 · Artigo científico original · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1098/rsos.190368
  3. Journal of Cetacean Research and Management, edição especial 3: 113–118 — Migration and summer destinations of humpback whales (Megaptera novaeangliae) in the western South Atlantic Ocean
    Zerbini, A. N.; Andriolo, A.; Heide-Jørgensen, M. P.; Moreira, S. C.; Pizzorno, J. L.; Maia, Y. G.; VanBlaricom, G. R.; DeMaster, D. P. · 2011 · Artigo científico original · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  4. Journal of Cetacean Research and Management 6(3): 225–230 — Abundance of humpback whales on the Abrolhos Bank wintering ground, Brazil
    Freitas, A. C.; Kinas, P. G.; Martins, C. C. A.; Engel, M. H. · 2004 · Artigo científico original · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  5. PLOS ONE 11(10): e0164596 — Whale, Whale, Everywhere: Increasing Abundance of Western South Atlantic Humpback Whales (Megaptera novaeangliae) in Their Wintering Grounds
    Bortolotto, G. A.; Danilewicz, D.; Andriolo, A.; Secchi, E. R.; Zerbini, A. N. · 2016 · Artigo científico original · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1371/journal.pone.0164596
  6. PLOS ONE 16(11): e0259541 — Alternative method for assessment of southwestern Atlantic humpback whale population status
    Bortolotto, G. A.; Thomas, L.; Hammond, P.; Zerbini, A. N. · 2021 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1371/journal.pone.0259541
  7. Biology Letters 7(2): 299–302 — A quarter of a world away: female humpback whale moves 10 000 km between breeding areas
    Stevick, P. T.; Neves, M. C.; Johansen, F.; Engel, M. H. et al. · 2011 · Artigo científico original · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1098/rsbl.2010.0717
  8. Proceedings of the Royal Society B 281: 20133222 — Global diversity and oceanic divergence of humpback whales (Megaptera novaeangliae)
    Jackson, J. A.; Steel, D. J.; Beerli, P.; Congdon, B. C.; Olavarría, C. et al. · 2014 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1098/rspb.2013.3222
  9. Genetics and Molecular Biology 41(1 supl.) — Effective population size and the genetic consequences of commercial whaling on the humpback whales (Megaptera novaeangliae) from Southwestern Atlantic Ocean
    Cypriano-Souza, A. L.; da Silva, T. F.; Engel, M. H. et al. · 2018 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1590/1678-4685-gmb-2017-0052
  10. Royal Society Open Science 11(8): 240328 — Solitary humpback whales manufacture bubble-nets as tools to increase prey intake
    Szabo, A.; Bejder, L.; Warick, H.; van Aswegen, M.; Friedlaender, A. S.; Goldbogen, J.; Kendall-Bar, J. M.; Leunissen, E. M.; Angot, M.; Gough, W. T. · 2024 · Artigo científico original · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1098/rsos.240328
  11. Biological Reviews 92(3): 1795–1818 (PMID 28677337) — The multiple functions of male song within the humpback whale (Megaptera novaeangliae) mating system: review, evaluation, and synthesis
    Herman, L. M. · 2017 · Revisão ou síntese científica · lido só o resumo · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1111/brv.12309
  12. Science 173(3997): 585–597 (PMID 17833100) — Songs of humpback whales
    Payne, R. S.; McVay, S. · 1971 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1126/science.173.3997.585
  13. Science 340(6131): 485–488 (PMID 23620054) — Network-based diffusion analysis reveals cultural transmission of lobtail feeding in humpback whales
    Allen, J.; Weinrich, M.; Hoppitt, W.; Rendell, L. · 2013 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1126/science.1231976
  14. NOAA (EUA) — Whale Behaviors
    NOAA Office of National Marine Sanctuaries, Stellwagen Bank National Marine Sanctuary · s.d. · Divulgação científica · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  15. Instituto Baleia Jubarte / Projeto Baleia Jubarte — A Baleia Jubarte
    Instituto Baleia Jubarte · s.d. · Divulgação científica · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  16. Instituto Baleia Jubarte / Projeto Baleia Jubarte — Pesquisa
    Instituto Baleia Jubarte · s.d. · Documento institucional · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  17. Instituto Baleia Jubarte / Projeto Baleia Jubarte — O Projeto
    Instituto Baleia Jubarte · s.d. · Documento institucional · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  18. Australian Antarctic Program / Australian Antarctic Division — Humpback whale
    Australian Antarctic Division · 2022-08-22 · Divulgação científica · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  19. Animal Diversity Web, University of Michigan Museum of Zoology — Megaptera novaeangliae (humpback whale)
    Kurlansky, M.; Shefferly, N. (ed.) · 2000 · Livro ou obra de referência · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  20. Planalto (Casa Civil) — Lei nº 7.643, de 18 de dezembro de 1987: proíbe a pesca de cetáceo nas águas jurisdicionais brasileiras
    Brasil, Presidência da República · 1987-12-18 · Documento institucional · lida na íntegra · consultada em 12/10/2026
  21. Animals 16(17): 2799 — Humpback Whales (Megaptera novaeangliae) Feeding Along Migration Routes and Within Breeding Grounds: A Review
    McCulloch, S.; Meynecke, J. O.; de Bie, J.; Brasier, M. J. · 2026 · Revisão ou síntese científica · lido só o resumo · consultada em 12/10/2026 DOI 10.3390/ani16172799
  22. PLOS ONE 13(5): e0194872 — Pathology and causes of death in stranded humpback whales (Megaptera novaeangliae) from Brazil
    Groch, K. R.; Díaz-Delgado, J.; Marcondes, M. C. C. et al. · 2018 · Artigo científico original · lido só o resumo · consultada em 12/10/2026 DOI 10.1371/journal.pone.0194872

O que esta página ainda não cobre bem

  • Quanto tempo vive? (parcial)
  • Por que ela salta para fora d'água? (pendente)
  • Está ameaçada de extinção? (parcial)
  • Como dorme? Quanto tempo fica sem respirar? (pendente)
  • Para que serve o canto? (parcial)
  • A recuperação afeta o krill? (parcial)
  • A jubarte tem subespécies? (parcial)
  • Quais as ameaças atuais? Por que encalham no Brasil? (parcial)

Revisão

Conferência automatizada: cada afirmação foi confrontada com a fonte por agente de IA, com registro do trecho e do resultado. Próxima revisão até 12/04/2027.

Histórico de alterações
  • Versão 3 · 12/10/2026 — Correção de registro: trecho da reanálise de 2021 (a29) copiado literalmente da fonte
  • Versão 2 · 12/10/2026 — Imagem de capa reenviada ao armazenamento de produção
  • Versão 1 · 12/10/2026 — Primeira versão do assunto piloto

Encontrou um erro? Avise o WikiMundi · Como verificamos